Uma pessoa vai ao seu banco. Note-se o uso do pronome possessivo. Não é um banco qualquer. É o seu. Não no sentido de que seja o legítimo dono do mesmo. Apenas no sentido em que se digne a possuir lá uma conta onde todos os meses é depositado um montante fixo. É suposto o seu banco ter acesso a essa informação. É suposto considerar esse montante fixo uma fonte de rendimento. Uma pessoa vai ao seu banco pedir um crédito, mas não chega ter o extrato. Não. É preciso ter também a declaração de IRS. Que é como quem diz um documento que faz prova dos rendimentos que teve. Porque só os que estão na conta do banco não chegam. Mesmo que excedam largamente o valor a pedir no empréstimo. Suponhamos agora uma pessoa que não paga IRS. Não declara rendimentos. Que pode o banco fazer? Como poderá agora o banco comprovar a devida existência do dinheiro na conta? Ora, tão simples. Pede à pessoa que traga um declaração das finanças em que se prove que não declarou rendimento nenhum. Confuso? São 4.59€ pela declaração, pode pagar na tesouraria.
becoming a man... which everybody´s supposed to be on their way to being... that is all you guys... it could be a song about becoming a woman too... but I don’t know... for you... a song about growing up
Pode ser que um dia deixemos de nos falar... Mas, enquanto houver amizade, Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe... Mas, se a amizade permanecer, Um de outro se há-de lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos... Mas, se formos amigos de verdade, A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos... Mas, se ainda sobrar amizade, Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe... Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, Cada vez de forma diferente. Sendo único e inesquecível cada momento Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.
Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
(na net diz que este texto é da autoria de Albert Einstein... não deram crédito à tradução, os idiotas)