quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Feliz aniversário Fernando!

O Iglo sabe que pode contar contigo para actividades que envolvam céu, e quedas e tal... (sabemos, não sabemos?)... e por isso, para comemorar o teu aniversário... um videozinho do que poderá ser um excelente fim de semana na companhia de todo o iglo...

ó vamos... sim?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Parabéns Joana(inha)!

A Lopes faz anos... e ninguém lhe liga nenhuma, porque toda a gente só tem olhos pó Simão, esse bebé lindo!!!... e a Lopes também não se importa nada... porque ela só tem olhos pó Simão, esse bebé lindo!!!

~PaRaBéNs~

desejos quentes, quentes... do iglo!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Abram alas pá Beta! no seu aniversário fon fon fon

Neste dia tão especial, um videozinho ternurento para ti, que trazes imensa ternura às nossas vidas!!

Parabéns do Iglo!



ps - ficamos à espera de comer o olho do Noddy contigo!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

31 de Janeiro é festa!!!... ainda com alguma telepatia...

E tal como prometido lá fomos no fim de semana (nós tamos a ir pa velhos é o que é... já não fazemos noitadas em dias de semana porque ai e tal...) festejar um aniversário de segunda-feira...

e ainda bem porque assim engatamos logo no aniversário de domingo (parabéns ao pai Arménio!) e ficou tudo em família...

... falando em família... depois da comemoração do aniversário na segunda-feira eis que nasce uma criança na terça-feira!!! afilhado da sua madrinha babada!... e por essa mesma razão foi preciso atrasar a hora da chegada ao jantar de anos... novas obrigações familiares é assim mesmo... Simão a quanto obrigas! concretamente obriga a sair da A1 em Gaia, ir até à Sra da Hora, depois até Gueifães (acertei?!?), depois até Matosinhos... e novamente até Gaia, rumo a Guisande...

entretanto houve quem seguisse directamente pa Guisande... quer dizer, directamente é uma forma de expressão... eu perco-me prontoS... ganho pontos por trazer povo pó club?

enfim... ainda havia quem não pudesse mesmo estar na festa... ou porque a sua vida anda mais atarefada em geral... ou porque viu a sua vida ficar muitíssimo mais atarefada nesse dia em particular... mas a telepatia funcionou... bem pelo menos tivemos os questionários...

e pronto, após umas fotos, achamos que as festas de anos do Artur eram mt mas giras qd ele era assim moçoilo novito... e quisemos deixar a nossa contribuição pá apresentação do próximo ano...



PARABÉNS... quentinhos (agora com coroa !!!)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

26 de Janeiro... é festa por telepatia

E pró Artur não vai nada, nada, nada?... vai sim senhor!... mas não de moment...

de qualquer das formas, e apesar de ficar a promessa de fazermos um post em condições, assim que a grandiosa comemoração acontecer, não podiamos deixar de assinalar este dia tão especial!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Um ano para comemorar...

... em Londres ou Bruxelas... ou até mesmo, loucura das loucuras! nessa grandiosa metrópole: o Porto!

Por tudo o que vivemos este ano, por tudo o que partilhamos e por tudo o que alcançamos!

Até 2009!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

16, 17, 18 de Dezembro... o Nando faz anos!!!


O ditado diz que à terceira é que é de vez!

...tentamos festejar os anos do Nando na terça, não deu, tentamos na quarta, já deu mais um bocadito, mas pouco... finalmente na quinta lá conseguimos chegar-nos e comer o bolo e dar as prendas (antes que deixe de ser o dia de anos do gaijo...) e tal...

o tal foi um passeio pra ver um Audi A3, que afinal já devia ter chegado a semana passada, mas afinal era só esta, mas afinal ainda não estava... e a iluminação de Natal do Porto... tão linda a iluminação de Natal do Porto... era da cor do tomate!!!

ah! e pra ir com o espírito Pão de Forma bem imbuído pa casa, nada como fazer a A28 a 40 km/h... liga os 4 piscas... peace and love man, peace and love...

Parabéns Nando!!! Contigo até numa Pão de Forma a deitar fumo!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

vamos ao musgo e lançar boomerangs?

Como é que se chama a apanha de maçã?... ai, ui apanha da maçã... e como é que se chama a apanha da pêra?... ai, ui... apanha da pêra... e como é que se chama a apanha de musgo?... ai, ui, ai, ui, ui, ui, ui...

Para fazer um presépio, assim daqueles que ocupa meia sala e mais um bocado, musgo fresquinho é essencial. Por isso, depois de uma noite de smashing mellows (que, compreensivelmente, muito boa gente não sabia o que era), hummus televisivo, queijinho ao vivo, e mais umas fotos partilhadas com os amigos e com aqueles que mais precisam (no Natal os que mais precisam são os desgraçados que não sabem ver as datas de validade dos BIs e nós partilhamos com eles!); dizia eu, depois de uma noite (bem) mal dormida, lá fomos nós catar musgo pra serra da Freita! Ai espera, aquilo não era Freita! Arrancáva-se do QG tal e qual, paráva-se na casa do Artur e tudo, seguiamos pó mesmo lado, mas aquilo era outra coisa qualquer... já tou a sentir assim um povo a estrabuchar, mas perguntem ao Artur a ver se ele sabe o nome do sítio onde fomos, perguntem, vá... sabe? a pois não sabe...


O que eu sei é que paramos num local, no meio de nenhures, onde havia um marco a assinalar o ponto de encontro de 4 concelhos: Gondomar, Castelo de Paiva, Arouca e Santa Maria da Feira... o marco basicamente era uma mesa com 4 cadeiras... assim tipo mesa de jardim onde os velhotes jogam à sueca... munto uindo!


Daí seguimos então pra um local já mítico: uma certa casa que um certo irmão trás debaixo de olho há já algum tempo... aquilo é coisa assim pra lá do fim do mundo onde se situa o fim da civilização. Empoleirada lá no seu alto, com todo um morro a envolvê-la e um riacho a correr aos pés, a casa tem tudo para os mais afeiçoados a uma vida no campo... e a apenas 30 min de carro da civilização, que é como quem diz, do Porto! (ah... pra quem tiver ficado entusiasmado com a descrição da coisa, eu queria só lembrar que Guisande fica a 30 min, São Martinho de Recesinhos também fica a 30 min, Vila Chã a 30 min fica... eu assim a bem dizer, acho que tudo fica a 30 min do Porto...)


A chegada ao musgo foi épica, até porque no fim de semana anterior o super 5 tinha pegado de empurrão 3 vezes... e a gente ali tava a ver que se dava alguma coisa ao carro ele ia pegar era pela ravina abaixo...


3 caixotes nas mãos, luvas, estávamos prontos para desafiar as leis da gravidade! Valeram as árvores (muitas) que cresciam encosta abaixo até ao rio, para nos impedirem de irmos direitinhos tomar banho... se bem que houve algumas tentativas dignas de registo... os nossos apanhadores de musgo oficiais tavam que nem...


era Natal e o sapatinho tava recheado! Eles nem sabiam pra que lado se virar, tantos eram os tapetes verdinhos a pedir a sua atenção imediata, eles perguntavam quanto musgo é que a gente queria lá pra casa para fazerem a conta a quanto ainda faltava apanhar... torciam o nariz quando a gente respondia “musgo? em minha casa?!? mas queres que eu ponha isso onde?” e de forma geral agiam como se apanhar musgo fosse todo um projecto de vida.


Por fim lá conseguimos encher os três caixotes e arrancar um tapete que, por muito que se insistisse, não cabia na mala por ser damasiado largo! Superada essa difícil prova era altura de parar pra recuperar forças... e causar inveja a certas pessoas chiques, que têm almoços chiques, com o nosso assador de chouriços a mostrar que se dá muito bem no meio do eucalipto.


E depois de tão farto almoço tava na altura de meter tudo no carro e quem sabe, ir até à Freita mesmo?!?... Ora aqui colocou-se o eterno dilema da mala cheia... quando os caixotes vêm muito bem empilhadinhos, uns dentro dos outros, se calhar convém não os encher... mas isso sou só eu a divagar... o facto é que não havia mesmo espaço prós caixotes e pró tapete na mala, de maneira que a solução foi empilhar os caixotes à frente do vidro de trás, em cima da mala... mas o espaço é pequeno e o caixote tá carregado... e o corta mato até sairmos dali ainda demora um bocado... de maneira que o melhor é pôr uns calços pra ver se não vira o musgo todo dentro do super 5... olha vocês que se sentam aí atrás, ora enconstem aí a cabeça contra o caixote... isso... pronto, não mexe!... curva, curva, outra curva... ai o musgo!... porra, então que parte do não mexe é que vocês não perceberam?


Andar de super 5 pela Freita ou lá por onde é, geralmente já é uma experiência extrasensorial, mas andar de super 5, pela Freita ou lá por onde é, muito bem encaixadinha no banco de trás, a tentar equilibrar um caixote de musgo com a cabeça é uma experiência extracorpórea!


A nossa viagem seguiu por atalhos da infância de quem cresceu lá por aqueles bandas (a que eu vou continuar a chamar Freita por absoluta falta de outro nome)... Até uma serralharia-moinho, uma das primeiras movidas à força da água, agora património arqueológico-industrial deste nosso belo país à beira mar plantado. Quem conhecia aqueles edifícios abandonados de os usar prás brincadeiras de miúdo ficou de queixo caído quando os viu já semi recuperados! Havia duas pessoas lá em baixo ao pé do rio, e claro, houve quem de cá de cima da ponte não resistisse a meter cumbersa: isto pra que é, que vai ser e tal... passado pouco tempo estava feito o convite para descermos e irmos ver o que restava da maquinaria! Como qualquer edifício património arqueológico-industrial, deste nosso belo país à beira mar plantado, tudo está bem enquanto se decompõe a olhos vistos... a partir do momento em que aparece alguém a querer recuperá-lo, alto e pára o baile, que é preciso ver se se pode ou não pode dar uso a tão magnífico monumento... e vai de chamar arquitectos e vem um parecer, engenheiros, e vem outro parecer... de maneira que à pergunta “isto pra que é” obtivemos um “não sei” e, claro está, à pergunta “então mas quando é que vai saber” obtivemos um outro “não sei”... uma coisa nós sabemos... ainda não há casa totalmente recuperada, mas se quisermos trazer sacos cama e empilharmo-nos no chão, tamos à vontade! Venham quando quiserem, fiquem o fim de semana, a casa é vossa! Olhe... veja lá, não diga isso muitas vezes, que a gente aceita!


Tava a ficar escuro, mas ainda dava tempo de ir ver o Arda a juntar-se ao Douro, lá do Monte de S. Domingos. Entre uma fotoficha, e mais uma fotoficha, e mais outra fotoficha, e exclamações de é tão lindo... lá se fez frio de mais pra estarmos fora do carro.


Como qualquer bom fim de viagem, ainda ensaiamos uma entrada nas minas do Pejão, mas sem sucesso. E como em qualquer domingo é sempre preciso ter em atenção a horinha da... olha a Lopes a pensar “da missinha”... mas não! é preciso sempre ter em atenção a hora da reunião da ASPPA... lá viemos de volta, nós e o musgo, já um bocado maltratado de tantas voltas e mais voltas, já sem aquela frescura de início de tarde... mas nada que se comparasse ao estado em que ficaram as cabeças que o trouxeram equilibrado...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

"Convosco até num Iglo quentinho!" - A Prova - Definitiva

Chegados ao segundo dia, primeira alvorada, do dito fim-de-semana com muito frio, muita neve e amigos e mais amigos, eis que chega o momento de um dos ditos amigos tem de abandonar o acampamento, envolto em neve gelado. Pois, era tinha de ir trabalhar e como gente séria que são, há que por prioridades… (“vah… só mais um bocadito na cama… Não se pode dizer que esteja quente mas, pronto, sempre estou deitada”) Convém antes de mais salientar que toda esta descrição do acordar, que até parece cómica, não foi presenciada por quem escreve… estava a tratar de assuntos importantes. Continuando… Como é logo pela manhã que se devem fazer as boas acções, sob perigo de depois serem esquecidas ou de não haver tempo, houve um sentimento geral de preocupação para com um elemento que estava muito parado, visto que todos já tinham acordado… Os mais alarmistas diziam que já tinha congelado, os mais calmos e sensatos diziam para o deixar dormir, pois ele é que está bem, os mais solícitos até se levantaram para por, não um, não dois, não três, não quatro mas talvez um 6 cobertores… Se tivesse congelado ia derreter, se tivesse a dormir quente e tal, acordaria suado e com um peso bruto sobre si, o que seria de estranhar visto ter dormido sozinho. Depois da partida já anunciada, toca a levantar…

Como os Amigos do Iglo agora têm mães mais que solicitas que telefonam às 2h da madrugada (penso.. :S) para saber se desligaram o aquecedor (não vão se esquecer e a casa pode incendiar, aquilo rebentar, morrer intoxica……… ai meus Deus) e às 8 da manha (madrugada?) para saber se já acordaram, se está tudo bem… Ouve protestos, alguns que ainda ressabiaram um pouco… mas a coisa lá passou… “Parece que temos de fazer uma terapia de choque à senhora Iolanda” foi a frase que ficou. Então, depois de um pequeno almoço reconfortante, com pão lá da terra mesmo… Depois, de equipados e completamente preparados, com os fatos, botas, luvas, cachecóis, gorros, fatos-macaco (para quem de direito), lá iniciaram a dita caminhada pela aldeia pintada de branco, e já cheia de visitantes em carros, motas, bikes e a pé…



O trilho era de 15 Km, e no plakar que o apresentava, parecia ser muito interessante e com coisas, de facto, muito bonitas, por isso acabaram por decidir fazer apenas uns quantos quilómetros… até aos moinhos que são já ali. Não…, ali… Não…, ali! Fogo… Pronto, são já lá embaaaaaaaaiiiiiixo. Toca a descer entre rochas cheias de gelo, no meio de paisagens cobertas de neve… à medida que desciam, a neve ia desaparecendo, transformando-se em bonitas correntes de água, sobre as pedras… Que bonito era… (e que escorregadio… que o digam alguns lol). Uma foto aqui, outra foto ali, mais um moinho aqui, ora outro ali… de facto, paisagens bonitas… Chegados ao último moinho (último para nós) toca a subir: é hora de voltar!



E ao longo do caminho de regresso, eis que houve uma revelação! Já cansados, exaustos, ora com frio e aperta-se o casaco, ora suados e com calor e desaperta-se (confusão) vêem-se deparados com um lindo campo coberto de neve… E qual foi a primeira ideia? “Ai e tal, vamos tirar uma foto” Depois da foto, já que estavam no meio da neve, porque não? GUERRA! E vai uma bola de neve para ali, e outra para ali… e uma mesmo aqui! Passados longos momentos de diversão, é hora de regressar a casa… “Mas estamos cansados…” “ai que já não me seguro”… Que fazer? “Meninos e meninas, temos aqui neve… muita neve… e que tal fazermos um iglo?!” ah eu acho que é giro, ah eu também… (enquanto alguns estavam ainda no momento de concordar e tal, já outros estavam empenhados a fazer grandes bolas de neve) Puxa aqui, levanta ali, agarra ali, molha aqui… e pronto o iglo foi-se construindo!



Um como o arquitecto mais empenhado, outros como simples trolhas, outros como encarregados, outros como jornalistas, bloco a bloco (ou bola a bola) o Iglo foi surgindo e distinguindo-se de todo o amontoado de neve envolvente.



Passado um longo tempo, já com os dedos congelados, depois ajustar todas as arestas de modo a ficar, assim, redondo: eis a nossa obra-prima! Finalmente os Amigos do iglo têm uma casa! Um iglo, digno desse nome! Depois de olhar bem para ele e de fazer as devidas medidas, chegou-se à conclusão que era um T0+6. A verdade é que tinha lugar confortável para três pessoas. (a próxima aquisição será mais uns arrumos, ao lado, Tv cabo.. e…)



O certo é que ficou lindo! E não era simplesmente um Iglo, por mais direito ou redondo que estivesse, era o Iglo dos Amigos do Iglo. Dos que sentiram o prazer de o fazer e daqueles que não estavam lá; dos que deixaram de sentir as suas mãos, apanharam com neve na cabeça, nos bolsos e pelos braços acima e daqueles que estavam algures num país lá na África; dos que quiseram passar um fim-de-semana calmo junto dos seus amigos e daqueles que não o puderam. Porque, no fundo, no momento em que cada um dos que o fizeram lá entrou, não foram só eles que entraram, mas todos os Amigos do Iglo. E assim, ainda que só alguns tenham sentido verdadeiramente o frio que se fazia sentir, todos sentem o calor de quando estamos todos juntos, bem lá dentro!



Nós somos os Amigos e o Iglo! E ainda que aquele que tenhamos feito derreta, o Iglo permanece para nos abrigar do frio dos dias de tempestade.
Deste fim-de-semana em que passamos no meio da neve e do frio, todos voltamos mais quentes, com pequenas bolas de neve no Coração!