ps - tão a ver a cláudia cos brotha?... é pq em Novembro vamos ao encontro de taizé no Quénia... ela e o artur inda estrabucham um bocado e tal, vá... mas daqui até lá vão..
segunda-feira, 24 de março de 2008
o berdadeiro post da berdadeira inbeija
ps - tão a ver a cláudia cos brotha?... é pq em Novembro vamos ao encontro de taizé no Quénia... ela e o artur inda estrabucham um bocado e tal, vá... mas daqui até lá vão..
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
C'est fantastique!
...mas só uma pessoa voltou mantendo intacta a sua capacidade de descrição através da escrita... pelo menos a julgar pelo tempo que os outros estão a demorar a postar a sua parte...
Então, convosco, senhoras e senhores, todo o génio literário da narrativa dos Amigos do Iglo quentinho (produções):
Aterrei em Genebra e fui directa pra Palexpo, local onde o Encontro de Taizé devia começar dois dias depois. Sozinhita, à aventura, fui logo tratando de perceber onde podia encontrar um porto de abrigo que pudesse ajudar a minorar a falta do calor do Iglo (vá, é agora, larguem lá um lagrimita… vá que ninguém tá a ver) e foi assim que acabei sendo adoptada pelo grupo dos Canários Amarelos… genti fixi, do melhor… acabamos 7 portugueses na paróquia de St Marie du Peuple.
O primeiro dia foi de trabalho: chegada ao local dos ensaios do coro, sentei-me e cantei… Isto, tão a ver, foi uma trabalheira, de modo que no dia seguinte decidi ir ver as vistas… e rumei até Chamonix, já em plena França, pra ver de perto o Mont Blanc, lá do cimo da Aguille du Midi! Só digo… nós somos do Iglo? Então maltinha a próxima aventura tem mesmo que ser ski fora de pista! Quem é da neve é da neve, e nós temos uma reputação a manter!
Entretanto o encontro de Taizé já tinha começado. De manhã as orações na nossa paróquia eram animadas pelos instrumentistas do coro, às que se seguia um tempo de convívio: visita ao Museu da Cruz Vermelha, animar a manhã de um lar de idosos (já viram velhotinhas suíças a dançar o Malhão? ai, ui, que medo!)… e claro, ainda tempo para reflectir sobre a Carta de Cochabamba.
A excepção foi no Domingo, que é dia do Senhor e vai daí descansa-se… fomos até ao centro à procura de um restaurante que servisse comida portuguesa… pronto, que servisse comida, mesmo comida, já nos chegava, portuguesa era um bónus! E fomos muito bem acolhidos no restaurante do Clube Académico de Viseu de Genebra, onde comemos a bela da febra e da carne de porco à alentejana e até nos ofereceram uma fatia de bolo-rei e um porta-chaves pra recordação! Durante a tarde ainda houve tempo pra nos reunirmos com os restantes portugueses que estavam no Encontro… e causar inbeija, muita inbeija, com o relato do almoço que tínhamos tido!
O momento alto das orações na Palexpo foi nesse mesmo dia, pois a oração da noite ia ser transmitida em directo por uma catrefada de televisões… vai daí o coro tinha que se apresentar ao serviço às 17h, o que implicava que o jantar estava marcado prás 16h30... ♪ Gott laβ meine Gedanken sich sammeln zu dir ♫
Na segunda-feira, 31 de Dezembro, já se sentia no ar a nostalgia de fim de encontro: era a despedida da Palexpo, e talvez por isso (ou se calhar porque a cidade de Genebra se vê em duas horas e nós já tínhamos passado bem mais do que isso a passeá-la…) decidimos ficar por ali mesmo e ver cantares tradicionais suíços e africanos.
De volta à nossa paróquia, ao bater das 12 badaladas, a festa aqueceu com mais tradições portuguesas… entre elas a muito controversa “Apito o comboio” e a mais consensual “Linda donzela”… ainda pudemos aprender danças tradicionais polacas e francesas e ver uma reconstituição histórica da forma como as gentes de Genebra mandaram os franceses dar uma curva no episódio que ficou conhecido como L’Escalade – quais padeira de Aljubarrota quais quê… são neutros, são neutros, mas não se metam com aqueles gaijos!
Pra terminar de contar como foram estes dias só me resta dizer: “Karibu Kenya!” – a peregrinação de confiança sobre a terra continua em Novembro, no Quénia…”Eu vou!” – e não é ao rock in rio…
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Este blog é um mito
Portanto proponho a alteração do nome do nosso blog para "Amigos do Iglo quentinho - uma lenda"
...sempre combina mais com o ritmo actual dos posts e sendo lenda ainda entramos nos anais da história (ou só da estória, vá... nós não somos esquisitos... a gente quer é entrar lá, nos anais...)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
querido Iglo Quentinho
Meu querido Iglo Quentinho, sinto saudades. Profundas saudades! Queria estar agora contigo para te encher de abreijos, eijos, eijos, e dizer uma série de gracejos, pertinho dessas “orelhinhas” bonitas.
Se tivesses a exacta dimensão da falta que me fazes neste momento, certamente voarias até aqui só para me dares um abreijo terno e garantires de novo que me amas. Como é possível alguém sentir tanta falta de outro alguém? Como é possível que o amor, algo tão "abstracto", absorva tanto o pensamento de uma pessoa tão racional quanto eu julgo ser? O que há de tão forte neste sentimento? Por quê tanta vontade de te ver, de estar contigo? Será que eu estou a enlouquecer?
Acho que sim...De qualquer forma, enlouquecer em função de algo tão especial quanto tu é no mínimo, sinal de bom gosto, e contrariando tudo o que eu disse antes, sinal de sensatez, pois poucas pessoas no mundo devem reunir tantas características especiais quanto tu reúnes.
Eu não suporto mais estar longe de ti, porque quando estou longe de ti o tempo não passa, as horas tornam-se monótonas e não há nada - nem mesmo uma bela taça de vinho - que seja capaz de me consolar. Resisto à solidão muito a contragosto e não vejo a hora de estar outra vez frente-a-frente contigo, poder tocar-te e abreijar-te da forma mais pura, terna e bela deste mundo.
Acredita que serão abreijos muito especiais, como tu mereces.
Com amor e saudade
os amigos do Iglo (sim, não é só de um…)
o strip do Iglo
Video censurado por elementos deste blog...e amado por outros...mas nestas coisas não queremos que ninguém fique chateado...
sábado, 22 de dezembro de 2007
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
17 DEZ'08 | é feriado no Iglo - dia nacional do Nando!

17 de Dezembro de 2007, 22h, cidade do Porto. Três carros aproximam-se de uma rua sem saída e estacionam em frente à porta de um prédio. As luzes apagam-se e ouve-se o bater de portas que ressoa nas fachadas e na escuridão da noite. Lentamente, os ocupantes dos carros penetram no interior do edifício e começam a subir um lanço de escadas, depois outro... até que chegam ao patamar onde uma porta jaz aberta, deixando ver pela frincha um corredor iluminado:
SURPRESA!!!
O aniversariante sorri, afinal é difícil surpeendê-lo depois de tantos anos... raposa velha! Mas no seu sorriso aberto adivinha-se o contentamento de ver a casa invadida por uma horda de gente barulhenta.
Come-se, bebe-se e brinda-se ao Nando: hoje é o seu dia e o dia em que todos nós lhe desejamos felicidades a dobrar, a triplicar, a quintuplicar... a bilionipicar! E em que lhe damos prendas, umas mais jeitosas, outras mais mal cheirosas, outras ainda com sentimento manu-a-manu... mas em quantidade! Afinal são 32 anos, merece receber, no mínimo 32 prendas... não chegámos lá, mas ficámos perto... pró ano há mais!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Mito ou Lenda?
Mito ou Lenda?
É este o dilema com que me tenho debatido...será que esse texto é um MITO ou já será uma LENDA...
Para combater esse meu dilema e relembrar uma vez mais "aquela que todos nós sabemos"
pus disponível uma votação para descobrirmos toda a verdade...
Para ajudar os menos literados aqui vão os significados das palavras..
Mito
do Lat. mythu < Gr. mýthos, fábula
s. m.,
narrativa fabulosa transmitida pela tradição, referente a deuses que encarnam simbolicamente as forças da natureza, os aspectos da condição humana;
narração dos tempos fabulosos ou heróicos;
tradição que, sob a forma de alegoria, simboliza um facto natural, histórico ou filosófico;
construção pura do espírito;
expressão de uma ideia, doutrina ou teoria filosófica sob forma imaginativa onde a fantasia sugere e simboliza a verdade que se pretende transmitir;
lenda;
representação idealizada de um estádio da humanidade num passado ou num futuro fictício;
imagem simplificada, frequentemente ilusória, que grupos humanos elaboram ou aceitam e que tem um papel determinante no seu comportamento;
fig.,
coisa inacreditável, irreal;
fábula;
utopia;
símbolo;
enigma.
lenda
do Lat. legenda
s. f.,
tradição oral ou narrativa escrita de actos praticados por santos ou heróis, conforme a fantasia popular;
conto;
mentira;
patranha;
invenção.
Espero os vossos votos....
